by newtinho *
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Nome : newtin
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17/01/2006 22:31
>>>cCaAcChHeEiIrRaA dDoO mMoOiInNhHoO<<<
HEHE, DO MAIS DO DOIDO FI !!!
Algumas Paródias
Bin Laden rindo a toa
(Rindo a toa - Falamansa)
To numa boa to aqui denovo
Daqui não saio fico com meu povo
Tenho certeza, não vão me acertar, ah, ah
Mas eu tenho eh que ficar esperto
Com tantas bombas que caem tão perto
Com a intenção de me acertar, ah, ah
Morreu, morreu, agora tem mais, tem mais
Tem mais
E eu, e eu, sorrio cada dia mais
Pois o povo que mandei
O Pentagono derrubar
Foram muito bem
Por isso eh que eu vou cantar.
Há, há, há, há, há mas eu to rindo a toa
A minha vida está assim na boa
Só tem tendencia sempre a melhorar, ah, ah
Com a pontaria assim eh que eu fico na boa
Quanto mais longe que o avião voa
Eu agradeço o Bush por errar.
Lalaialáialáiá!!!!!
enviada por newtin
17/01/2006 15:51
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Poesia de Bebado
Ô, meu amigo, Cer veja bem,
Campari as coisas
E champanhe meu raciocínio:
A vida é Drurys,
Mas dá muitas vodkas;
Eu vinho de longe,
Só com um ponche nos ombros,
Estava kaiser desanimando,
Mas encontrei uma caipirinha
Ao passear no chopp,
E me Amaretto nela.
Seu nome é Natasha, e
Apesar de já ter 51,
Estou vivendo uma paixão aguardente,
Por isso repito:
Cer veja bem,
Nem tudo é rum,
E sempre pinga
Alcóol de bom.
enviada por newtinFeed: Seja avisado quando este blog for atualizado :: (O que é isso?)
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Hist�ria da Legi�o Urbana
No in�cio da hist�ria da banda Legi�o Urbana, bem no come�o, estava o punk. Como nenhum come�o � absoluto (o que existia antes do come�o?), o punk era um princ�pio, digamos assim, arbitr�rio. Outros come�os poderiam ser v�lidos: n�o seria absurdo citar as "Sun Sessions" de Elvis ou os gritos de "Love Me" dos Beatles como pontos de partida "alternativos". Mas foi o do-it-yourself, que est� na base est�tica/pol�tica do punk, que motivou o aparecimento de um "movimento" de rock em Bras�lia no final dos anos 70, do qual saiu o banda Legi�o Urbana.
Ser punk em Bras�lia n�o era exatamente um ato de rebeldia. Imposs�vel ser apenas rebelde quando se conhece, de cor e salteado (como os punks brasileiros conheciam), a hist�ria dos Sex Pistols. A rebeldia j� tinha sido desmistificada como mais uma estrat�gia de marketing necess�ria para o bom funcionamento da Industria Cultural. Malcom McLaren apenas tornou evidentes os mecanismos de produ��o de �dolos rebeldes. Depois dos Sex Pistols, a rebeldia sem causa n�o deveria ter nenhum futuro. O que restava era a desilus�o, e a possibilidade de ti- rar proveito de uma sociedade que precisa de ilus�o (incluindo �dolos rebeldes) para sobreviver.
O "no future" dos punks acabou se mostrando cheio de consequ�ncias e de diferentes futuros. A cena pop internacional passou a funcionar na base de estilha�os de novos "movimentos" (muitos deles, seguindo o exemplo da turma dos Sex Pistols, apenas produtos de releituras ou revivals de momentos anteriores da hist�ria do rock), todos com direito aos seus 15 minutos de fama e hits. No primeiro dia de 1985, data em que a Legi�o Urbana lan�ou seu primeiro disco, o punk j� era uma lembran�a remota, o "New Wave" j� havia se tornado um passado comprometedor, Ian Curtis j� tinha se suicidado h� quase 5 anos e o "Hardcore" j� se cansava da tentativa desesperada de levar a rebeldia do punk a s�rio. A m�sica da Legi�o Urbana s� podia refletir esse fragmentado estado criativo, onde n�o existe mais qualquer cartilha a ser seguida e onde toda nova banda est� condenada a reinventar, seguindo o exemplo dos Sex Pistols, sua pr�pria hist�ria do pop.
"Ser�", a primeira can��o do primeiro disco da Legi�o Urbana come�a com os seguintes versos: "Tire suas m�os de mim / Eu n�o perten�o a voc�". Parecia uma declara��o de princ�pios punks, autorit�ria e arrogante, onde o grito de independ�ncia pressup�e o corte de todos os la�os (afetivos, de qualquer tipo de pertencimento) com o mundo ao redor e com as pessoas que vivem nesse mundo. Mas "Ser�" n�o �, nem de longe, uma re-edi ��o ir�nica de "Sub-Mission" dos Sex Pistols. "Ser�" � o in�cio do di�logo (com um "voc�" amb�guo, em constante metamorfose, que re-aparecer� em in�meras outras m�sicas da Legi�o Urbana) e a primeira tentativa de constru��o de um outro mundo reg�do por princ�pios �ticos p�s-punks, que levem em conta (e ao extremo) a aus�ncia de futuro e a descren�a radical sobre o que passou.
"Ser�" � antes de tudo uma can��o rom�ntica (n�o foi por acaso que tamb�m fez sucesso na voz de Simone e no r�tmo melodram�tico do pagode-suingue), t�o rom�ntico quanto a escrita do mais desesperado poeta rom�ntico alem�o, que tamb�m vivia o fim de um mundo. O sentimento predominante em "Ser�", e nas demais faixas do primeiro disco da Legi�o Urbana, n�o � a revolta, mas sim o desamparo ("Quem � que vai nos proteger?") e a necessidade urgente de cria��o de uma nova comunidade, sem depender de ningu�m, j� que ningu�m nos protege.
Essa proposta (assim mesmo desesperada e desamparada) ut�pica da Legi�o j� foi interpretada/acusada de messianismo. Pode ser o caso, mas trata- se certamente de um messianismo paradoxal ou radical (mesmo em seus momentos mais crist�os), um messianismo que n�o transmite a "boa pala- vra", mas sim o eterno retorno do "no future" como a nova �tica, uma �tica sempre descrente de seus princ�pios, da possibilidade de melhorar o mundo, ou da exist�ncia de alguma solu��o para qualquer problema. Solu��o? Em "Teorema" a pr�pria id�ia de solu��o � colocada de forma suspensa: "N�o sabemos se isso � problema / Ou se � a solu��o". Tudo � (repito: por princ�pio) motivo para d�vida: "Se eu soubesse lhe dizer qual � a sua tribo / Tamb�m saberia qual � a minha" (Petr�leo do Futuro); "Vivemos num planeta perdido como n�s / Quem sabe ainda estamos a salvo" (Perdido no Espa�o); "Qual � a diferen�a?" (Baader-Meinhof Blues); "Quem � o inimigo?" (Soldados); "Eu n�o sei mais o que / Eu sinto por voc�" (Ainda � Cedo).
O estar perdido (em qualquer espa�o, e n�o apenas no Brasil), � deriva, tamb�m se reflete numa err�ncia por v�rios estilos musicais p�s-punk. Legi�o Urbana 1 � quase um �lbum colcha-de-retalhos onde convivem v�rios ecos da fragmenta��o p�s-punk. "A Dan�a" lembra o funk-punk do Gang of Four, "Ainda � Cedo" tem a melancolia do "Joy Division" e do primeiro "U2". A Legi�o Urbana gravou at� um reggae e um "punk-b�sico" (mesmo na letra) como "Gera��o Coca-Cola" (composi��o do tempo do "Aborto El�trico", primeiro grupo "punk" de Bras�lia, primeiro grupo musical de Renato Russo). N�o era poss�vel perceber, a partir desse disco de estr�ia, quais seriam os pr�ximos passos musicais da banda.
Muitos pontos de vista musicais convivem em cada faixa. Muitas vozes conflitantes cantam cada letra. A Legi�o Urbana inaugura nesse disco todos os procedimentos po�ticos que ser�o desenvolvidos nos pr�ximos lan�amentos. Muitas vezes quem canta � um personagem, que pode citar outros personagens. Outras vezes s�o contadas hist�rias sem que se saiba quem est� no comando da narrativa. N�o existe uma vis�o de mundo privilegiada, n�o existe ideologia unida, n�o existe futuro para quem n�o acredita em futuro.
Mas nada disso fica totalmente claro. At� porque a �ltima can��o desse disco coloca tudo, mais uma vez, de forma suspensa, tudo provis�rio, tudo parece estar aqui apenas "Por Enquanto". N�o � s� pela predomin�ncia dos sintetizadores (e n�o das guitarras el�tricas, como nas outras m�sicas) que "Por Enquanto" �, de certa forma, desconsertante. O disco termina com uma declara��o no m�nimo inesperada: "Estamos indo de volta pra casa". Algo aconteceu entre o "tire as suas m�os de mim" e o "estamos indo de volta pra casa". Ent�o existe uma casa, um local de repouso, uma utopia tranquila? Que casa � essa, onde ela fica, quem est� indo de volta? Esta casa � o "nosso" futuro? Respostas nos pr�ximos discos? Haver� pr�ximos discos se encontrarmos a casa?
"Dois", o segundo disco da Legi�o Urbana, lan�ado em julho de 1986, n�o traz respostas �bvias. E as perguntas s�o "complexificadas". O disco come�a com uma colagem sonora onde se escuta, em meio a outros ru�dos e outras m�sicas, o seguinte trecho de "Ser�": "Brigar pra qu� / Se � sem querer". Mas parece que alguma coisa mudou, porque as perguntas (e talvez a aus�ncia de respostas e de um local de repouso no final da err�ncia) n�o incomodam tanto, porque foi descoberta uma maneira de se conviver � pacificamente � com a perplexidade: "Ainda estou confuso / S� que agora � diferente / Estou t�o tranquilo / E t�o contente" ("Quase Sem Querer"). Parece que foi encontrado um ant�doto contra a maldade e o erro, quase como se a resposta procurada fosse a resigna��o: "Nada mais vai me ferir / � que eu j� me acostumei / Com a estrada errada que segui / E com a minha pr�pria lei" (Andrea Doria).
Mas a resigna��o n�o � tudo. Em "Dois" torna-se mais clara uma outra faceta inesperada, principalmente levando em considera��o sua origem punk: uma "vontade" de religi�o e piedade. Em Baader-Meinhof Blues, no primeiro disco, j� aparece um vest�gio de sentimento crist�o; critica-se uma sociedade para a qual "amar ao pr�ximo � t�o demod�". Mas em "Dois" o que estava submerso em met�foras e ironias vem � tona; sua primeira faixa, logo a mais "explicitamente" sexual, tem um t�tulo b�blico: Daniel na Cova dos Le�es. Em "F�brica", logo a mais punk (coloca-se de lado a indigna��o de "Metr�pole") e a Legi�o canta: "Nosso dia vai chegar" e "Quero justi�a".
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etC . . .
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Lan�ado no Brasil em Novembro de 2001, Vagabond de Takehiro Inue, � considerado um dos melhores Mang�s de Samurais de todos os tempos, ao lado do cl�ssico "Lobo Solit�rio".
Baseado no livro "Musashi", de Eiji Yoshikawa, Takehiro Inue renovou a personagem, lan�ando novos elementos na trama para deix�-la mais adequada ao leitor contempor�neo, tornando a leitura agrad�vel tamb�m para quem j� conhece o romance. Mesmo para quem j� conhece a hist�ria de Musashi, fica a surpresa, pois os personagens principais do livro, que tamb�m aparecem no Mang�, t�m uma concep��o visual fant�stica, refor�ando principalmente as caracter�sticas psicol�gicas de cada personagem.
O resultado � surpreendente. As incr�veis batalhas e duelos narrados no livro podem ser vistos no Mang� com energia e movimento. Gra�as ao talento de Inue, que fez uma profunda pesquisa para elaborar o estilo de luta dos personagens.
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